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Inteligência artificial consolida 2025 como o ano da escala e projeta um 2026 ainda mais sofisticado

Para Sandra Vaz, presidente da Red Hat Brasil, o avanço da IA impulsionou modelos abertos, arquiteturas híbridas e uma nova forma de medir sucesso tecnológico, movimento que deve se aprofundar no próximo ano

A inteligência artificial foi o principal destaque da área de tecnologia em 2025, consolidando-se como o grande motor de transformação do mercado. Mais do que apresentar novas ferramentas, a IA acelerou a adoção de metodologias, arquiteturas e modelos de negócio capazes de sustentar o crescimento de organizações em diferentes estágios de maturidade digital.

"A inteligência artificial deixou de ser apenas uma promessa e passou a ocupar um papel central nas decisões estratégicas das empresas", afirma Sandra Vaz, presidente da Red Hat Brasil. "Ela impulsionou não apenas novas tecnologias, como pequenos modelos de linguagem, agentes de IA e avanços em segurança quântica, mas também reforçou a importância de bases estruturais sólidas para a inovação."

Segundo a executiva, o chamado hype da IA teve um efeito positivo ao recolocar no centro da estratégia corporativa elementos como arquiteturas de nuvem híbrida, automação, protocolos abertos e modelos de negócios baseados em inovação aberta. Esses pilares se tornaram fundamentais para garantir crescimento orgânico, escalável e sustentável.

Outro impacto relevante da IA em 2025 foi sentido nas áreas de recrutamento, contratação e gestão de talentos. Em um cenário de rápidas transformações e exigência constante por novas competências, lideranças passaram a repensar modelos tradicionais de trabalho. "As empresas precisam abandonar estruturas rígidas e adotar culturas baseadas em colaboração, experimentação e decisões orientadas por dados", destaca Sandra. "Esse processo começa no nível executivo e precisa ser disseminado para toda a organização."

Red Hat aposta na transição da experimentação para resultados reais

Com esse cenário em vista, a Red Hat lançou em 2025 ano a mais recente versão de sua principal plataforma de inteligência artificial, o Red Hat AI 3. A solução foi desenvolvida para apoiar empresas que desejam avançar da fase de testes para o uso prático da IA, com foco em resultados concretos.

A plataforma permite executar e distribuir aplicações de IA em diferentes ambientes, do data center à nuvem ou multicloud, oferecendo mais flexibilidade, desempenho e segurança. Além disso, reúne agentes de IA e ferramentas avançadas em um único ambiente, facilitando o trabalho das equipes quando a tecnologia passa a ser parte do dia a dia das operações.

"O Red Hat AI combina o Red Hat AI Inference Server, o Red Hat Enterprise Linux AI e o Red Hat OpenShift AI, criando uma base robusta para que cada organização possa construir, treinar e escalar seus modelos de acordo com sua cultura, suas necessidades e sua realidade tecnológica", explica a presidente da Red Hat Brasil.

O que esperar de 2026: mais sofisticação, escala e impacto nos negócios

Para 2026, a expectativa é de que a inteligência artificial continue no centro das estratégias corporativas, porém em um estágio mais maduro. A tecnologia deve evoluir além dos modelos generativos e passar a operar por meio de sistemas multiagentes e modelos de linguagem especializados, voltados para setores específicos, com maior precisão e conformidade.

Além disso, novas áreas tendem a ser impactadas. Robôs, drones e sensores inteligentes devem operar de forma cada vez mais autônoma, gerando efeitos diretos nas operações e nos resultados das empresas.

Um estudo recente do Gartner reforça essa visão ao apontar três grandes temas para o próximo ano: arquitetura, síntese e vanguarda. Na prática, isso significa construir bases digitais mais seguras e escaláveis para sustentar plataformas nativas de IA, orquestrar diferentes tecnologias para criar novas fontes de valor e elevar os níveis de confiança, governança e segurança exigidos pelo mercado.

Esse avanço também impõe uma mudança na forma como os projetos de IA são avaliados. "Em 2026, eficiência operacional continuará sendo importante, mas não será mais suficiente", ressalta Sandra Vaz. "As empresas precisarão medir o impacto estratégico da inteligência artificial e ser extremamente criteriosas na escolha dos dados utilizados, porque decisões ruins custam caro."

Inovação aberta como diferencial competitivo

Nesse contexto de transformação acelerada, a Red Hat reforça seu papel como provedora de uma base confiável para implementar, desenvolver e escalar arquiteturas de inteligência artificial. Além do portfólio de soluções, a empresa aposta no modelo de inovação aberta como um diferencial estratégico.

Essa abordagem oferece mais segurança, flexibilidade e redução de custos, além de permitir que organizações trabalhem com diferentes tipos de modelos, de acordo com suas necessidades específicas. "A inovação aberta ajuda executivos a antecipar desafios, tomar decisões mais rápidas e criar diferenciais competitivos reais em um mercado cada vez mais orientado por dados e inteligência", conclui Sandra.

Sobre a Red Hat, Inc.

A Red Hat é líder em tecnologia de nuvem híbrida aberta, e proporciona uma base confiável, consistente e abrangente para uma inovação transformadora em TI e aplicações de inteligência artificial (IA). Seu portfólio de tecnologias de nuvem, desenvolvimento, IA, Linux e automação permite a implementação de qualquer aplicação, em qualquer lugar, desde data centers até a edge. Como líder mundial no fornecimento de soluções de software open source empresarial, a Red Hat investe em ecossistemas e comunidades abertas para resolver os desafios de TI do futuro. Por meio da colaboração, a Red Hat ajuda clientes e parceiros a construir, conectar, automatizar, proteger e gerenciar seus ambientes de TI, com o suporte de serviços de consultoria, treinamento e certificação reconhecidos mundialmente.